Irã registra 201 mortos após ataques de Estados Unidos e Israel
28/02/2026 19:54:41
Por Redação
O ataque coordenado de Estados Unidos e Israel contra o Irã, na madrugada deste sábado (28), deixou ao menos 201 mortos e 747 feridos, segundo dados divulgados pela rede humanitária Crescente Vermelho à imprensa iraniana. Explosões foram registradas em Teerã e em outras cidades como Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah.
Em retaliação, o governo iraniano lançou mísseis e drones contra Israel e atacou bases militares americanas no Oriente Médio. Sirenes de alerta soaram em território israelense e em países vizinhos, incluindo Catar, Bahrein, Kuwait, Iraque, Jordânia e Emirados Árabes Unidos.
Fontes ouvidas pela Reuters afirmaram que o ministro da Defesa iraniano, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour, estariam entre os mortos. Israel declarou que o líder supremo Ali Khamenei e o presidente Masoud Pezeshkian eram alvos da operação, mas autoridades iranianas afirmam que ambos estão em segurança.
A crise se agravou com o fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de transporte de petróleo. Companhias aéreas suspenderam voos para o Oriente Médio, e operações em aeroportos estratégicos foram interrompidas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o objetivo da ofensiva é destruir o programa nuclear iraniano e impedir que o país obtenha armas nucleares. O Pentágono classificou a ação como uma operação de grande escala e não descartou novos desdobramentos.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que a ofensiva busca eliminar o que chamou de “ameaça existencial” representada pelo regime iraniano.
Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores do Irã classificou a ação como “agressão militar criminosa” e prometeu resposta firme. O governo iraniano também solicitou providências da Organização das Nações Unidas (ONU).
O ataque ocorreu um dia após negociações em Genebra sobre o programa nuclear iraniano. Enquanto Washington exige a interrupção do enriquecimento de urânio, Teerã sustenta que suas atividades têm fins pacíficos, voltados à geração de energia. O cenário eleva a tensão global e amplia o risco de escalada no Oriente Médio.
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